Mitos que você pensava que eram reais sobre Nikola Tesla

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#nikolatesla é um gênio e disso não há o que discordar. Ele teve sua importância na sua área e isso é inquestionável. Mas infelizmente muito do que se fala sobre ele é sensacionalista e mentiroso. Tesla é conhecido por muitos como o “gênio injustiçado” que teve suas patentes roubadas e morreu na desgraça. Porém, Tesla é muito utilizado pela pseudociência para tentar desmentir a ciência e justificar as suas teorias. Mas isso é culpa na maior porcentagem DELE. Reuni alguns pontos em 3 partes que vão esclarecer a você quem realmente foi Nikola Tesla:

1. Muitos dos inventos que são relacionados a ele, não são dele.
O grande nome da corrente alternada não exatamente foi o percursor dela. Há muito tempo antes de Tesla nascer, a corrente alternada já era utilizada e o primeiro gerador já havia sido inventado; usando as descobertas de Faraday, em 1832, um cara chamado Pixii criou esse gerador. Tesla só viria a nascer em 1856. Em 1887, Tesla inventou um motor que transformava corrente alternada em energia mecânica. Mas em 1885 um cara chamado Ferrari já havia criado sua versão desse motor. Tesla apenas apresentou a dele. Ambos os criadores não se conheciam na época em que criaram seus motores, mas a alguns anos depois Tesla se referiu a Ferrari com grande admiração por suas descobertas. E o Wi-fi, que muitos dizem que Tesla é pai, na verdade foi inventado por uma atriz e inventora chamada Hedy Lamarr.

2) TESLA VS. EDISON: A guerra que NUNCA existiu!

Como citei na parte 1, a corrente alternada já era utilizada e uma empresa de um cara chamado Westinghouse, a Westinghouse Electric Corporation, gostava bastante dela. Em 1888, ele conhece Tesla, que já trabalhava com a corrente alternada, e comprou a patente do motor dele. Aquele motor que ele havia desenvolvido, que citei na parte 1.

A Westinghouse Electric então se tornou a grande empresa representante da corrente alternada, enquanto uma outra empresa, chamada de Edison General Electric, era a favorável pela corrente direta e não estava convencida sobre os benefícios que a primeira traria sobre a corrente direta.

A “Guerra das Correntes” de fato existiu, mas foi uma guerra entre a empresa de Edison e a Westinghouse Electric, pela corrente mais utilizada. Por volta de 1890, a E. General Electric escreveu um texto falando sobre os contras da corrente alternada. Ele menciona o nome “Westinghouse” 24 vezes, e de Tesla, nenhuma vez. Edison até defendeu que a cadeira elétrica deveria se chamar Cadeira de Westinghouse, para relacionar o nome morte com o nome corrente alternada e desmerecê-la.

Foi então que um banqueiro chamado JP Morgan, que investia nesse ramo, percebeu que a corrente alternada era mais barata. Como Edison se recusava a admitir que ela era melhor, Morgan chutou Edison da sua empresa e tirou o nome de Edison dela, passando de Edison General Electric para apenas General Electric. E para vender o nome da corrente alternada e desgraçar o nome Edison, em suas divulgações ele dizia que a guerra na verdade era entre Tesla e Edison, pintando o último como vilão.

Na autobiografia do próprio Tesla, “Minhas Invenções”, Tesla cita Edison com um grande respeito. Quem Tesla não gostava, ele mostrava isso no seu livro chegando a dizer que essas pessoas eram como “micróbios de uma doença”, o que não fez em relação a Edison.

Naquele episódio em que Edison supostamente humilhava Tesla quando o último trabalhava para ele, na mesma autobiografia, Tesla diz que na verdade foi um gerente da General Electric que o tinha sacaneado e não Edison.


3) Tesla foi um gênio da engenharia elétrica, porém sua física era limitada!

Essa é a parte que muitos fãs do Tesla ficam espumando de raiva quando a gente fala. Mas, pessoal, todos os gênios foram pessoas e todos cometeram erros, até grotescos. Tesla é do mesmo jeito! O problema de Tesla foi que modificaram a vida dele de uma forma absurda, e a verdade deve ser dita.

Imagem 2) Aos 79 anos de idade, Tesla vira manchete nos jornais por sua declaração em relação às teoria da relatividade de Einstein


Na parte 1 eu disse que o nome dele é muito utilizado por pseudociências por causa dele mesmo. Pois é! Tesla tinha umas ideias muito malucas e negacionistas. Tesla não acreditava no átomo e nem no elétron, não acreditava na teoria das ondas de Hertz e aos 79 anos ele afirmou que a teoria da relatividade era um trabalho metafísico e não científico (veja a imagem 2, trecho de um jornal noticiando isso).

Todas teorias que na época que ele se referia a elas já haviam sido muito bem fundamentadas e comprovadas. Ele se recusava a aceita-las.

O negócio fica mais bizarro ainda quando ele dá uma de coach quântico. Isso mesmo! No auge de sua carreira, Tesla escreveu um texto que dizia que a energia influenciava diretamente no ser humano e em suas ações. Ele utilizou a fórmula da energia cinética para dizer que a sua massa e a velocidade influenciavam na sua vida pessoal e no que acontecia com você. Algo totalmente fora do que a física mostrava e muito utilizado pelos coach’s quânticos de hoje em dia.

Mais uma vez, isso diz que Tesla não foi importante? NÃO!!! Tesla foi um grande gênio e tinha uma mente muito a frente da maioria dos engenheiros elétricos e há muitos posts nesta página  homenageando ele, mas ele de fato negava algumas provas científicas. Isso justifica porque muitas de suas ideias, como a Torre de Tesla, que tinha como intuito levar energia de graça para o mundo, fracassaram. Ele acreditava que as ondas passavam pela terra e não pelo ar, pois não aceitava as teorias de Hertz. Tesla não conseguiu fazer o modelo revolucionário do rádio, que foi feito por Marconi anos depois, fazendo com que JP Morgan não mais financiasse Tesla e sim Marconi a partir daí

Saber mais sobre Tesla? Conheça o livro dele: “Minhas Invenções”. O que foi dito nesta publicação está totalmente fundamentada em pesquisada sobre a história das empresas do tamo de eletricidade, e na autobiografia do próprio #NikolaTesla

O Campo de Higgs

A teoria formulada em 1964 (por seis cientistas, incluindo Peter Higgs, que deu nome à teoria) e premiada com o Nobel de Física em 2013, explica como as partículas adquirem massa. O campo de Higgs é formado por uma partícula subatômica chamada de bosón de Higgs, que foi comprovada em 2012 graças a experimentos realizados no Grande Colisor de Hádrons (LHC), o acelerador de partículas que está localizado na fronteira entre França e Suíça, operado pelo Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (CERN).

Após o Big Bang, parte da energia irradiada congelou, formando um algo que envolve tudo no cosmos. Esse algo é o campo de Higgs, criando uma viscosidade no espaço, digamos assim, fazendo com que houvesse interação entre as partículas que entrassem em interação com ele. Quando o bóson, que é a partícula do campo, passa pelas demais partículas, efeitos de atração e repulsão ocorrem entre elas, fazendo com que ganhem massa.
Quando as partículas que possuem afinidade entre si acabam se combinando, o átomo é gerado.

A forma como o campo de Higgs dá massa às partículas pode ser comparado à bolinhas em uma caixa de areia. Se não tivesse a areia, as bolinhas não teriam atrito para atrapalhá-las e se locomoveriam livremente na caixa. Quando elas estão sobre a areia, a areia aumenta o atrito e dificulta sua locomoção na caixa. Se não houvesse o campo de Higgs, as partículas se locomoveriam livremente pelo universo, à velocidade absurda, como fótons.

O campo de Higgs, então, é o responsável por existir átomos no universo. Assim, nada além de partículas soltas existiria sem ele. O universo como conhecemos e até nós não existiríamos.

Por Maurício de Lima

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